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Reforma Tributária · a decisão que tem prazo

Seu cliente do Simples vai ter que decidir. Sem saber a alíquota.

Empresa do Simples pode escolher sair do imposto embutido na guia única e passar a apurar por fora. A escolha tem prazo — e o prazo fecha antes de o governo publicar o percentual que a empresa vai pagar. Quem decide, decide no escuro.

Prazo para comunicar a opção

—

Carregando…

Antes disso a alíquota não sai

—

Carregando…

Rodar a conta de graçaTrês campos. Sem cadastro, sem cartão.

Começou o semestre, não se desfaz

Escolhido, vale para o semestre inteiro. Não é teste e não é piloto: com o semestre correndo, não tem como voltar atrás. Antes de ele começar ainda dá — e a data desse prazo está logo acima.

E ainda existe trava para voltar

Quem recebeu dinheiro de volta de crédito acumulado neste ano ou no ano passado fica proibido de sair. Para esse cliente, a porta abre num sentido só.

Errar é caro dos dois lados

Ficar quando deveria sair custa dinheiro todo mês. Sair quando deveria ficar custa dinheiro todo mês — e por um semestre inteiro.

É por isso que essa conta não é um “dá uma olhada”. É uma decisão com data, sem volta e com dinheiro em cima — do cliente, e da reputação de quem orientou.

O erro que quase todo mundo comete

A conta está sendo feita com o número errado.

O percentual que circula em todo lugar é o do sistema completo, que só vale de 2033 em diante. No semestre que está sendo decidido agora ele é muito menor: os primeiros anos são de transição, e a lei fixou valores simbólicos para eles.

Quem faz a conta com o número grande infla a carga em cerca de três vezes. E aí não é só o valor que sai errado: a resposta muda de lado. O cliente ouve “não vale a pena” quando valia — ou o contrário.

A diferença, em uma linha

O número que circula (sistema completo)
26,5%
É a referência do sistema completo, de 2033 em diante. O Comitê Gestor já trabalha com 27,91% para projetar a arrecadação — e nenhum dos dois vale para o semestre que está sendo decidido.
O que vale no semestre que está em decisão
9,21%
Uma parte já está na lei; a outra é a CBS de 2027, que ainda não foi publicada e entra aqui estimada. É o mesmo número que o teste abaixo soma na sua frente.

Rode o teste abaixo e veja os dois valores calculados com o faturamento de um cliente seu.

Teste grátis, aqui mesmo

Veja a mecânica rodando com um cliente seu.

Três informações que você tem de cabeça. A conta que roda é a mesma do produto — o que muda é de onde vêm os números. E onde ela não fechar, a tela diz o que falta em vez de inventar um resultado.

Os três números

Rode a conta com um cliente seu

De cabeça mesmo. Nada aqui é salvo, e você não precisa de conta.

Uma média serve. Usamos esse número × 12 como receita dos últimos 12 meses — é ela que define a faixa do Simples.

Da receita, quanto sai em nota para CNPJ (e não para pessoa física). Chute informado vale.

Está no PGDAS-D da última apuração.

O que aparece aqui

  • Quanto de IBS e CBS já sai hoje por dentro do DAS dessa empresa — em reais, por mês.
  • Quanto sairia pelo regime regular em 2027, com a alíquota que vale nesse ano — não a de 2033.
  • E o que ainda falta para essa conta fechar — porque com três números de cabeça ela não fecha, e a gente diz onde buscar o resto.

É a mesma conta que roda no produto. A diferença é de onde vêm os números.

Por que a estimativa não fecha

A resposta certa depende de três coisas que só as notas fiscais dizem.

1

Quanto a empresa fatura de verdade

Não a média que o cliente lembra na conversa: a soma das notas do mês, documento a documento.

2

Quanto disso é venda para empresa

Só a nota diz para quem cada venda foi. E é essa divisão que decide se a mudança compensa.

3

Quanto das compras gera crédito

É o número que vira a conta — e não existe em lugar nenhum além das notas de entrada.

Estimativa de setor diz o que uma padaria costuma fazer. A nota diz o que a padaria daquele cliente fez. Na hora de assinar, só uma das duas se sustenta.

E não termina nessa decisão

O imposto vai parar de passar pela conta do seu cliente — e ninguém marcou o dia.

Hoje a empresa vende, recebe o valor inteiro e recolhe o imposto depois. Vai deixar de ser assim: no instante em que o pagamento cai — na maquininha, no banco, no Pix — a parte do imposto é separada e vai direto para o governo. O que chega na conta da empresa já vem descontado.

Hoje, numa venda de R$ 100.000

R$ 100.000

Entra inteiro. O imposto fica no caixa por cerca de um mês, até o vencimento.

Na mesma venda, com a separação valendo

R$ 90.790

O resto nunca entra. Some do caixa uma vez — e não volta.

Conta feita com 9,21%, o percentual que vale em 2027. Uma parte dele é oficial; a outra ainda depende de uma decisão do Senado, que só recebe o cálculo do TCU no fim de outubro de 2026 — por isso o valor é aproximado, e a gente prefere dizer isso a arredondar para um número mais impressionante.

O caixa encolhe de uma vez

Não é um custo novo: é o mesmo imposto, cobrado antes. Só que a empresa vinha usando esse dinheiro por um mês, todo mês, para pagar fornecedor e folha. Esse mês acaba.

Pode ser separado a mais

A lei prevê duas formas de fazer a separação. Numa delas o desconto sai por um percentual do setor, com acerto depois. Até o acerto, o dinheiro fica parado fora da empresa.

Cada recebimento vai ter dono

O sistema de pagamento precisa saber de qual nota veio cada valor. Quem baixa o recebimento pelo total do dia — quase todo mundo — para de fechar. Venda parcelada quebra primeiro.

Onde o TributAÍ entra

Não dá para saber quando começa. Dá para saber hoje quanto vai faltar no caixa.

Duas entregas, da mesma pasta de notas. O sistema calcula quanto deixa de passar pela conta da empresa — em reais por mês, como faixa, contando só o que entrou por um meio de pagamento que a separação alcança, porque a própria nota diz como o cliente pagou. E devolve, por escrito, os pontos que precisam mudar antes de a separação começar, cada um com o artigo que o exige, a data em que passa a valer e o que conferir na prática. Documento no papel timbrado do seu escritório, não alerta genérico.

O que ele não faz: dizer quanto foi retido em cada venda. Esse número nasce dentro do banco e da maquininha, e ainda não existe comprovante de retenção nenhum — nem o leiaute dele foi publicado, então não há com o que conferir. Por isso a previsão vem como faixa e diz de onde saiu, em vez de cravar um valor que ninguém pode auditar hoje.

Como funciona

Da pasta de XML ao documento com a sua marca.

Passo 1

Cadastre a empresa

Nome, CNPJ e algumas perguntas curtas sobre o negócio. Toda pergunta muda alguma coisa no resultado — não tem campo de enfeite.

Passo 2

Suba os XML do mês

A pasta inteira de uma vez, entradas e saídas. O sistema lê, separa e mede. São até 500 arquivos por envio — ou o ZIP da pasta, que conta como um e leva até 2.000 notas dentro, inclusive os ZIPs que já vinham nele.

Passo 3

Entregue o documento

Sai a resposta, com a conta aberta, o que foi assumido e onde está na lei — no papel timbrado do seu escritório. Ao emitir, ele ganha um número de protocolo; o que sai sem protocolo vem marcado como rascunho.

A resposta vem com a conta aberta

Nada de caixa-preta. Você vê o que entrou, o que foi assumido e o que muda se a premissa cair. Quem assina é você — então você precisa poder discordar.

Quando faltar dado, ele diz que faltou

Se a conta não fecha, o sistema não inventa um resultado bonito: ele lista o que falta e onde buscar. Resposta errada com cara de certa é o pior que podia acontecer aqui.

Cada documento sabe sob qual regra nasceu

A lei ainda está mudando. Todo apontamento diz se a regra já valia quando aquela nota foi emitida, e o documento carimba a versão usada. Reabriu depois de uma mudança? A folha avisa que os números de hoje já não são os que o cliente recebeu.

O produto

Três perguntas que o escritório vai ter que responder este ano.

São três frentes, e a mesma pasta de notas fiscais alimenta as três. Escolha a que dói primeiro.

A conta que decide se compensa sair da guia única.

Sair do imposto embutido na guia única vale para o semestre inteiro, e depois que ele começa não se desfaz. O TributAÍ mede o que a empresa faturou, para quem ela vendeu e quanto das compras gera crédito — e diz de que lado a conta fecha, com o cálculo aberto.

  • O ponto de virada calculado com a alíquota do semestre que está em decisão, não com a de 2033.
  • Os dois cenários lado a lado, em reais por mês, e o que muda se a premissa cair.
  • O documento com a marca do escritório, pronto para o profissional conferir e assinar.

Preço

Comece por um cliente. Ou pela carteira inteira.

Diagnóstico avulso

R$ 397,00por empresa, pagamento único

Uma empresa, um mês de notas, um documento pronto para entregar com a sua marca. Serve para o escritório ver o produto funcionando com um cliente de verdade antes de decidir qualquer coisa.

Se você assinar depois, esse valor vira crédito no primeiro mês.

Início

R$ 397,00/mês

O preço de um diagnóstico avulso — com cinco empresas e refação incluída.

  • Até 5 empresas na carteira
  • Diagnósticos ilimitados dessas empresas
  • Documento com a marca do seu escritório
  • Diagnóstico refeito quando o Senado publicar a alíquota
  • Boletim do que a lei mudou, com a fonte

Mais escolhido

Escritório

R$ 897,00/mês

Para quem vai levar o número à carteira inteira antes de a janela fechar.

  • Até 25 empresas na carteira
  • Auditoria de conformidade dos documentos, não só o diagnóstico
  • Vários usuários do escritório na mesma conta

Carteira

R$ 1.897,00/mês

Escritório com carteira grande de Simples, com prioridade no suporte.

  • Até 80 empresas na carteira
  • Prioridade no atendimento
  • Apoio na primeira leva de diagnósticos

Acima de 80 empresas

Sob consulta

Carteira maior, ou grupo de escritórios: o preço é conversado.

  • Sem teto de empresas
  • Combinado caso a caso
Cada degrau inclui tudo o que o anterior tem. No plano anual, você paga 10 meses e usa 12.Sem fidelidade no mensal — cancele quando quiser.

Quase todo escritório vai tratar disso em cima da hora, no susto.

Quem levar o número ao cliente antes não está vendendo conformidade — está vendendo antecipação. É a diferença entre o contador que avisa e o contador que é avisado.