Começou o semestre, não se desfaz
Escolhido, vale para o semestre inteiro. Não é teste e não é piloto: com o semestre correndo, não tem como voltar atrás. Antes de ele começar ainda dá — e a data desse prazo está logo acima.
Reforma Tributária · a decisão que tem prazo
Empresa do Simples pode escolher sair do imposto embutido na guia única e passar a apurar por fora. A escolha tem prazo — e o prazo fecha antes de o governo publicar o percentual que a empresa vai pagar. Quem decide, decide no escuro.
Prazo para comunicar a opção
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Carregando…
Antes disso a alíquota não sai
—
Carregando…
Escolhido, vale para o semestre inteiro. Não é teste e não é piloto: com o semestre correndo, não tem como voltar atrás. Antes de ele começar ainda dá — e a data desse prazo está logo acima.
Quem recebeu dinheiro de volta de crédito acumulado neste ano ou no ano passado fica proibido de sair. Para esse cliente, a porta abre num sentido só.
Ficar quando deveria sair custa dinheiro todo mês. Sair quando deveria ficar custa dinheiro todo mês — e por um semestre inteiro.
É por isso que essa conta não é um “dá uma olhada”. É uma decisão com data, sem volta e com dinheiro em cima — do cliente, e da reputação de quem orientou.
O erro que quase todo mundo comete
O percentual que circula em todo lugar é o do sistema completo, que só vale de 2033 em diante. No semestre que está sendo decidido agora ele é muito menor: os primeiros anos são de transição, e a lei fixou valores simbólicos para eles.
Quem faz a conta com o número grande infla a carga em cerca de três vezes. E aí não é só o valor que sai errado: a resposta muda de lado. O cliente ouve “não vale a pena” quando valia — ou o contrário.
A diferença, em uma linha
Rode o teste abaixo e veja os dois valores calculados com o faturamento de um cliente seu.
Teste grátis, aqui mesmo
Três informações que você tem de cabeça. A conta que roda é a mesma do produto — o que muda é de onde vêm os números. E onde ela não fechar, a tela diz o que falta em vez de inventar um resultado.
O que aparece aqui
É a mesma conta que roda no produto. A diferença é de onde vêm os números.
Por que a estimativa não fecha
1
Não a média que o cliente lembra na conversa: a soma das notas do mês, documento a documento.
2
Só a nota diz para quem cada venda foi. E é essa divisão que decide se a mudança compensa.
3
É o número que vira a conta — e não existe em lugar nenhum além das notas de entrada.
Estimativa de setor diz o que uma padaria costuma fazer. A nota diz o que a padaria daquele cliente fez. Na hora de assinar, só uma das duas se sustenta.
E não termina nessa decisão
Hoje a empresa vende, recebe o valor inteiro e recolhe o imposto depois. Vai deixar de ser assim: no instante em que o pagamento cai — na maquininha, no banco, no Pix — a parte do imposto é separada e vai direto para o governo. O que chega na conta da empresa já vem descontado.
Hoje, numa venda de R$ 100.000
R$ 100.000
Entra inteiro. O imposto fica no caixa por cerca de um mês, até o vencimento.
Na mesma venda, com a separação valendo
R$ 90.790
O resto nunca entra. Some do caixa uma vez — e não volta.
Conta feita com 9,21%, o percentual que vale em 2027. Uma parte dele é oficial; a outra ainda depende de uma decisão do Senado, que só recebe o cálculo do TCU no fim de outubro de 2026 — por isso o valor é aproximado, e a gente prefere dizer isso a arredondar para um número mais impressionante.
Não é um custo novo: é o mesmo imposto, cobrado antes. Só que a empresa vinha usando esse dinheiro por um mês, todo mês, para pagar fornecedor e folha. Esse mês acaba.
A lei prevê duas formas de fazer a separação. Numa delas o desconto sai por um percentual do setor, com acerto depois. Até o acerto, o dinheiro fica parado fora da empresa.
O sistema de pagamento precisa saber de qual nota veio cada valor. Quem baixa o recebimento pelo total do dia — quase todo mundo — para de fechar. Venda parcelada quebra primeiro.
Onde o TributAÍ entra
Duas entregas, da mesma pasta de notas. O sistema calcula quanto deixa de passar pela conta da empresa — em reais por mês, como faixa, contando só o que entrou por um meio de pagamento que a separação alcança, porque a própria nota diz como o cliente pagou. E devolve, por escrito, os pontos que precisam mudar antes de a separação começar, cada um com o artigo que o exige, a data em que passa a valer e o que conferir na prática. Documento no papel timbrado do seu escritório, não alerta genérico.
O que ele não faz: dizer quanto foi retido em cada venda. Esse número nasce dentro do banco e da maquininha, e ainda não existe comprovante de retenção nenhum — nem o leiaute dele foi publicado, então não há com o que conferir. Por isso a previsão vem como faixa e diz de onde saiu, em vez de cravar um valor que ninguém pode auditar hoje.
Como funciona
Nome, CNPJ e algumas perguntas curtas sobre o negócio. Toda pergunta muda alguma coisa no resultado — não tem campo de enfeite.
A pasta inteira de uma vez, entradas e saídas. O sistema lê, separa e mede. São até 500 arquivos por envio — ou o ZIP da pasta, que conta como um e leva até 2.000 notas dentro, inclusive os ZIPs que já vinham nele.
Sai a resposta, com a conta aberta, o que foi assumido e onde está na lei — no papel timbrado do seu escritório. Ao emitir, ele ganha um número de protocolo; o que sai sem protocolo vem marcado como rascunho.
Nada de caixa-preta. Você vê o que entrou, o que foi assumido e o que muda se a premissa cair. Quem assina é você — então você precisa poder discordar.
Se a conta não fecha, o sistema não inventa um resultado bonito: ele lista o que falta e onde buscar. Resposta errada com cara de certa é o pior que podia acontecer aqui.
A lei ainda está mudando. Todo apontamento diz se a regra já valia quando aquela nota foi emitida, e o documento carimba a versão usada. Reabriu depois de uma mudança? A folha avisa que os números de hoje já não são os que o cliente recebeu.
O produto
São três frentes, e a mesma pasta de notas fiscais alimenta as três. Escolha a que dói primeiro.
Sair do imposto embutido na guia única vale para o semestre inteiro, e depois que ele começa não se desfaz. O TributAÍ mede o que a empresa faturou, para quem ela vendeu e quanto das compras gera crédito — e diz de que lado a conta fecha, com o cálculo aberto.
A pasta de XML do mês entra inteira, entradas e saídas. O sistema lê cada documento, aplica as regras da transição e aponta o que está fora — dizendo qual documento, qual campo e por quê.
A transição ainda está sendo escrita. O monitor acompanha as publicações oficiais, separa o que muda a conta do que é ruído e aplica a mudança quando a própria norma já traz o valor e a data com todas as letras — quando não traz, ele para e diz o que faltou.
Preço
Diagnóstico avulso
R$ 397,00por empresa, pagamento único
Uma empresa, um mês de notas, um documento pronto para entregar com a sua marca. Serve para o escritório ver o produto funcionando com um cliente de verdade antes de decidir qualquer coisa.
Se você assinar depois, esse valor vira crédito no primeiro mês.
R$ 397,00/mês
O preço de um diagnóstico avulso — com cinco empresas e refação incluída.
Mais escolhido
R$ 897,00/mês
Para quem vai levar o número à carteira inteira antes de a janela fechar.
R$ 1.897,00/mês
Escritório com carteira grande de Simples, com prioridade no suporte.
Sob consulta
Carteira maior, ou grupo de escritórios: o preço é conversado.
Quem levar o número ao cliente antes não está vendendo conformidade — está vendendo antecipação. É a diferença entre o contador que avisa e o contador que é avisado.